Atenção passageiros! Chegamos ao último tour pelos animes com o voo A2412. Na programação deste mês, você encontrará as impressões finais dos animes que estrearam na temporada de outono do Japão. Além disso, também vamos sobrevoar duas obras mais antigas que estavam na lista de espera e, finalmente, entraram no catálogo.
Devido a algumas mudanças inesperadas que estão em andamento, nossas rotas de voo com as retrospectivas dos animes que mais marcaram o ano de 2024 foram canceladas. Qualquer novidade na programação será anunciada aqui no blog.
Enquanto isso, vamos nos preparar para o tour pela seleção de animes em destaque no mês de dezembro. Mantenha sua bagagem de bordo por perto e tenha em mãos o seu passaporte e a passagem. Embarca comigo?
Glasslip
Glasslip 「グラスリップ」 é um anime original do estúdio P.A. Works exibido de 3 de julho a 25 de setembro de 2014, com 13 episódios. A história apresenta Fukami Touko, estudante e aspirante a se tornar uma artesã de vidro como seus pais. No verão de seus 18 anos, sua vida tranquila na cidade de Fukui é abalada pela chegada de Okikura Kakeru, um misterioso aluno transferido guiado por vozes do futuro. Para completar, Touko tem visões que aparentam mostrar o futuro e, de alguma forma, estão conectadas ao Kakeru.
Apesar de uma premissa que desperta a curiosidade, Glasslip se perde na execução. A tentativa de incorporar elementos sobrenaturais, como as “visões do futuro”, falha por falta de explicação ou relevância clara. Quanto mais episódios vi, mais confusa me senti em relação à natureza dessas visões e à mensagem que o anime estava tentando passar.
Em meio a diálogos desconexos, a relação entre Touko e Kakeru parece forçada, oscilando sem lógica entre aproximação e afastamento. As conversas entre os personagens soam desconfortáveis na maior parte do tempo, como se falassem para si mesmos em vez de interagirem. A declaração da Sacchi no episódio 9, inspirada pelo clássico “the moon is beautiful, isn’t it?” de Natsume Soseki também não agrega qualquer relevância — parece perdida no meio da história. E como ficou o Hiro? Confuso! Além disso, o desenvolvimento de todos é raso e se limita a estereótipos e ações inexplicáveis.
No fim, Glasslip deixa mais perguntas do que respostas e conduz a uma experiência frustrante (pelo menos para mim). É uma obra que tenta explorar os dilemas da juventude e as mudanças da vida, mas se perde em uma narrativa confusa e desconexa, sem ser capaz de transmitir uma mensagem clara.
Shin Shirayuki-hime Densetsu Prétear
Exibido entre 4 de abril e 27 de junho de 2001, Shin Shirayuki-hime Densetsu Prétear 「新白雪姫伝説プリーティア」 é uma adaptação do mangá de Naruse Kaori (arte) e Satou Junichi (história). O anime, produzido pelo estúdio HAL Film Maker (Skip Beat!, Kaleido Star, Tenshi Kinryouku), ganhou 13 episódios.
A história acompanha Himeno Awayuki, uma adolescente que enfrenta dificuldades para se adaptar à nova família após o casamento de seu pai. Sua vida muda quando ela conhece os Cavaleiros Leafe e recebe a missão de se tornar a Prétear — uma guerreira mágica que deve proteger o mundo da Princesa do Desastre. Apesar de trazer os elementos clássicos do gênero mahou shoujo, o anime foca no tema da solidão como o maior desafio a ser superado.
Com traços típicos dos anos 2000, Prétear lembra Sailor Moon — uma das maiores referências do gênero — mas trilha seu próprio caminho ao priorizar as relações interpessoais, especialmente os conflitos familiares e a busca de pertencimento. Himeno é uma protagonista carismática, que transita entre momentos de vulnerabilidade e força, enquanto os Cavaleiros Leafe seguem arquétipos. A boa notícia é que não tem harém, como Fushigi Yuugi.
A estética é datada, mas charmosa, e a trilha sonora complementa bem as emoções transmitidas. Gosto especialmente da música de abertura. Ela causa um sentimento de nostalgia.
Prétear pode não trazer cenas de ação memoráveis, nem mesmo um roteiro surpreendente, mas é um prato cheio para fãs de mahou shoujo. Se você gosta de clássicos como Sailor Moon e valoriza um toque de reflexão na narrativa, vale a pena dar uma chance. ˆˆ
Bônus: impressões finais dos animes da temporada
Quem é passageiro frequente do tour pelos animes aqui do blog, já sabe o que não pode faltar no final de cada temporada, né? Janeiro marca o início de mais uma leva de lançamentos. Por isso, antes de incluir as novidades no nosso roteiro de viagens, vou compartilhar minhas impressões finais sobre as produções que acompanhei nos últimos três meses e deixar recomendações do que mais chamou minha atenção.
Vamos começar o tour por Kekkon suru tte, Hontou desu ka, passando por Kimi wa Meido-sama e Party kara Tsuihou sareta. Também faremos uma passagem pela segunda temporada de Tensei Kizoku. Depois, seguimos com Rekishi Ni Nokoru Akujo Ni Naru Zo, Yarinaoshi Reijou wa Ryuutei Heika o Kouryaku-chuu, Hoshifuru Oukoku no Nina e Maou 2099.
Kekkon suru tte, Hontou desu ka
Com estreia no dia 3 de outubro, Kekkon suru tte, Hontou desu ka 「結婚するって、本当ですか」 chegou ao final dos seus 12 episódios neste mês. É o primeiro anime do tour a concluir sua jornada na programação de bordo.
A premissa básica envolve o conhecido artifício do casamento falso entre Oohara Takuya e Honjouji Rika. Para evitar uma transferência indesejada, os dois decidem se casar. Embora o enredo tenha potencial para desenvolver uma narrativa acolhedora e com mais empatia, ele segue um caminho superficial — além de adotar alguns elementos desnecessários como as misteriosas ligações. Afinal, o que elas acrescentam à história?
Inexperientes quando o assunto é amor, os protagonistas compartilham características tão semelhantes que, muitas vezes, suas personalidades parecem intercambiáveis. Suas interações iniciais, marcadas por desajeitados esforços para criar um “encontro perfeito”, acabam mais parecendo tarefas obrigatórias do que momentos genuínos para o desenvolvimento pessoal de ambos. A falta de um aprofundamento significativo para a dupla e na relação deles com os outros personagens também não ajudam a engajar.
Kekkon suru tte, Hontou desu ka começou com uma boa companhia, mas, no final, deixou o relacionamento com nós, espectadores, esfriar. Com um pouco mais de ousadia, poderia ter sido uma obra memorável. Vale para passar o tempo, mas não espere reflexões, inovação ou qualquer impacto emocional.
Kimi wa Meido-sama
Apesar de ter conquistado seu lugar entre os destaques no início da temporada de outono no Japão, Kimi wa Meido-sama 「君は冥土様。」 não mantém sua posição ao chegar no final de seus 12 episódios. Baseado no web mangá de Shotan, o anime passou pela adaptação do estúdio Felix Film e foi ao ar entre 6 de outubro a 22 de dezembro.
O anime oferece uma experiência envolvente e cheia de carisma, especialmente nos episódios iniciais, enquanto acompanha o crescimento pessoal de Yuki e suas descobertas sobre os simples prazeres de uma vida normal — aprender a cozinhar, fazer compras, brincar com o fofinho do Mochi, ir à escola com Hitoyoshi ou fazer amigos.
As cenas de romance são suaves e sem pressa, despertando aos poucos e de uma forma mais pura e inocente — uma raridade, né? O início é marcado por momentos fofinhos e situações divertidas com a adaptação de Yuki ao seu novo estilo de vida. No decorrer dos episódios, a narrativa sofre com uma falta de foco, alternando entre subtramas slice-of-life e elementos mais sérios envolvendo a guilda de assassinos e traumas do passado (mas sem se aprofundar).
Esse desequilíbrio pode deixar a sensação de que o autor não decidiu plenamente o que queria contar com a história. O final, apesar de não ser insatisfatório, parece mais um prelúdio para uma possível segunda temporada do que uma conclusão.
Kimi wa Meido-sama começa com uma boa primeira impressão, mas termina deixando a sensação de que faltou algo para tornar o anime mais memorável entre os lançamentos da temporada. É uma obra leve e promissora, mas que não alcança seu ápice.
Party kara Tsuihou sareta Sono Chiyushi, Jitsu wa Saikyou ni Tsuki
Party kara Tsuihou sareta Sono Chiyushi, Jitsu wa Saikyou ni Tsuki 「パーティーから追放されたその治癒師、実は最強につき」 adapta a light novel de Kagekinoko, com ilustrações de Kakao, em 12 episódios. Produzido pelo Studio Elle, o anime também foi exibido entre 6 de outubro e 22 de dezembro. Se o trailer me fez incluir a obra na programação, ver o pacote completo causou o efeito contrário. Surpreendeu? Não! Talvez sim, mas de forma negativa.
Apesar de prometer um enredo de superação, o anime tropeça em vários aspectos. Desde o início, a narrativa se apoia em clichês previsíveis do gênero, como o protagonista subestimado que esconde um “poder secreto”. Era para o Laust ser o típico personagem excluído de sua party por ser aparentemente fraco e que, depois descobre ser super poderoso.
No entanto, esse “poder” nunca é devidamente explorado, deixando uma sensação de superficialidade. Além disso, apesar de ser o suposto foco da trama, Laust carece de desenvolvimento significativo e pode facilmente passar batido na história. Já Narsena tem um pouco mais de carisma, mas não o suficiente para elevar o moral do anime. Não vou nem falar sobre a “luta” contra o mestre do labirinto, sem palavras para descrever…
O ritmo também é um problema. Após um começo razoável, se torna apressado e desconexo ao introduzir novos personagens sem o devido contexto e deixar questões importantes sem resposta. A animação, que já era mediana no início, sofre uma queda acentuada na segunda metade, comprometendo ainda mais a experiência visual. Uma palavra que resume bem tudo: genérico.
Party kara Tsuihou sareta Sono Chiyushi, Jitsu wa Saikyou ni Tsuki é um exemplo clássico do anime que segue a fórmula sem oferecer algo memorável ou criar uma identidade. A falta de profundidade e originalidade faz com que a obra passe despercebida entre os lançamentos da temporada.
Tensei Kizoku, Kantei Skill de Nariagaru S2
A sequência de Tensei Kizoku, Kantei Skill de Nariagaru 「転生貴族、鑑定スキルで成り上がる 第2期」 é uma das poucas boas surpresas da temporada. Exibida entre 29 de setembro e 22 de dezembro, a segunda temporada mantém o excelente trabalho do estúdio MOTHER em adaptar a light novel de Miraijin A (história) e jimmy (arte) para mais 12 episódios.
A continuação mostra a evolução de Ars como um líder mais maduro, cercado por aliados talentosos e leais. Diferente da primeira temporada, quando ele ainda explorava sua capacidade de avaliação, Ars volta mais confiante e desenvolve novas habilidades.
O arco envolve guerras, alianças, estratégias militares, intrigas políticas e liderança, o que adiciona uma profundidade extra à trama. Um exemplo disso é o cuidado do protagonista em tratar até mesmo os soldados caídos com respeito — escrevendo cartas às suas famílias — enquanto reforça o peso emocional do anime.
O desenvolvimento de personagens secundários como o Fam (um dos meus preferidos aliás) ou as divertidas cenas de lealdade extrema do Rietz são alguns dos destaques da sequência de Tensei Kizoku, Kantei Skill de Nariagaru. A animação mantém um bom padrão, enquanto o ritmo da história flui de forma consistente, com momentos intensos e reviravoltas. O anime consegue equilibrar ação, estratégia e relações interpessoais de forma cativante.
Com uma terceira temporada já confirmada, Tensei Kizoku encerra sua segunda fase com um final satisfatório (e fofinho ˆˆ) e um gostinho de quero mais para o que está por vir. Se você gostou da primeira temporada, tem tudo para gostar também da continuação. 🙂
Rekishi Ni Nokoru Akujo Ni Naru Zo
Rekishi Ni Nokoru Akujo Ni Naru Zo 「歴史に残る悪女になるぞ」 também é um dos destaques da programação deste voo. Com 13 episódios, o anime é uma adaptação do estúdio Maho Film — responsável por outra obra similar: Akuyaku Reijou nanode Last Boss wo Kattemimashita. Baseada na light novel de Ookido Izumi (história) e Hayase Jun (arte), a obra foi ao ar entre os dias 2 de outubro e 25 de dezembro.
Um dos motivos para acompanhar o anime é o próprio plot com a escolha inusitada de Alicia. Evitar rotas perigosas? Não. Construir um harém com os interesses amorosos da heroína? Não. Seu desejo é simples: cumprir seu papel como a reencarnação da vilã de um jogo otome e se tornar a maior vilã da história. Como não admirar uma protagonista que desafia as expectativas e passa longe dos clichês? xD
Alicia combina carisma, inteligência e um toque cômico, enquanto persegue seu objetivo com uma convicção admirável. Até mesmo sua interação com Duque foge do estereótipo do príncipe típico que só tem olhos para a heroína do jogo. Desde o início, Duque não tem dúvidas sobre seus sentimentos, nem se deixa influenciar pela Liz ou por quaisquer circunstâncias e muito menos se intimida nas investidas para conquistar o coração de Alicia.
O anime evita armadilhas comuns do gênero, como o reverse harem, optando por um romance sólido que cresce de forma natural. O humor, a tensão e o desenvolvimento dos personagens são equilibrados. O episódio final amarra a temporada com um desfecho inesperado (pela forma como é conduzido), levemente radical e em aberto para uma continuação. Será que vem uma sequência por aí? Espero que sim!
Yarinaoshi Reijou wa Ryuutei Heika o Kouryaku-chuu
Outro destaque da programação é Yarinaoshi Reijou wa Ryuutei Heika o Kouryaku-chuu 「時々ボソッとロシア語でデレる隣のアーリャさん」 com as interações fofinhas entre Jill e Hadis. Baseado na light novel de Nagase Sarasa (história) e Fuji Mitsuya (arte), o anime passou pela adaptação do estúdio J.C.Staff — Kaichou wa Maid-Sama, Nodame Cantabile, Kare Kano e Sugar Apple Fairy Tail — e ganhou 12 episódios entre 9 de outubro e 25 de dezembro.
Deixando a diferença de idade de lado mais uma vez (que coisa, né?), a dinâmica entre os dois protagonistas encanta e proporciona diversas interações fofas que oscilam entre momentos cômicos e cenas emotivas. Apesar de voltar no tempo para a época em que tinha 10 anos, Jill carrega a maturidade de uma jovem de 16/17 anos. Talvez isso suavize um pouco a questão do gap, mas seria ainda melhor ver o reflexo na aparência também. Quem sabe na sequência, se houver, Jill volta crescida e com maior compatibilidade para ser a noiva de Hadis.
Por falar nele, apesar de sua fachada aparentemente séria e com potencial para fazer coisas cruéis, Hadis revela um lado protetor e carinhoso, especialmente com Jill e seus aliados. É fácil se conectar com ele, principalmente quando seus irmãos entram em cena.
Apesar de overpower, Jill tem suas vulnerabilidades exploradas em momentos cruciais, o que torna sua personagem mais humana e fácil de criar uma identificação também. Mesmo com algumas escolhas narrativas controversas e clichês, Yarinaoshi Reijou wa Ryuutei Heika o Kouryaku-chuu é uma boa companhia — especialmente pelo contraste entre o poder de Jill e a imagem de uma criança e o semblante sombrio de Hadis com suas habilidades culinárias e o coração derretido a cada declaração de sua noiva.
Hoshifuru Oukoku no Nina
Hoshifuru Oukoku no Nina 「星降る王国のニナ」 saiu do status como um dos animes mais aguardados para se transformar em um dos menos marcantes da temporada. A adaptação do mangá de Rikachi ganhou 12 episódios, entre os dias 10 de outubro e 26 de dezembro, e passou pelo estúdio Signal.MD — Net-juu no Susume, Fate/Grand Order Shinsei Entaku Ryouiki Camelot 1 – Wandering; Agateram e Cyborg 009.
Essa foi uma das obras que mais me causou ansiedade. A cada novo episódio liberado, vinha a dúvida: assistir ou não, eis a questão. O gap de idade entre Nina e Azure, a introdução desconfortável de Sett e a conduta da protagonista para lidar com os dois e com as coisas ao seu redor já levantam a bandeira vermelha.
Deixando a diferença de idade de lado, o gostinho amargo deixado por Sett em sua primeira cena persiste até o final, embora o personagem apresente algum crescimento ao longo do anime. Inicialmente violento e distante, ele ganha certa profundidade, revelando camadas que tornam suas ações mais compreensíveis, porém não justificadas.
Essa melhoria é ofuscada pelo declínio de Nina como protagonista. O amargor aumenta com a indecisão dela sobre seus sentimentos e suas ações precipitadas que levam a consequências que poderiam ser facilmente evitadas.
Nina começa como uma personagem carismática, mas perde o encanto devido à constante ingenuidade. Guiada mais por impulsos emocionais do que por uma análise sensata do contexto ao seu redor, ela comete erros repetitivos que prejudicam não apenas a si mesma, mas também aqueles que confiam nela. Sua incapacidade de aprender ou amadurecer transforma sua jornada em uma experiência frustrante.
A narrativa sofre com um ritmo irregular, alternando entre momentos de tensão forçada e longas pausas sem avanços. O episódio final não traz qualquer desfecho, nem desperta a vontade por uma sequência.
Maou 2099
Maou 2099 「魔王2099」 é uma adaptação da light novel homônima, exibida entre 13 de outubro e 29 de dezembro, com 12 episódios produzidos pelo estúdio J.C.Staff. Em um futuro distópico onde fantasia e tecnologia se entrelaçam, Veltol Velvet Velsvalt precisa se adaptar a um mundo onde sua antiga supremacia não faz mais sentido.
O trio central — Veltol, Machina e Takahashi — representa o coração da história. Mais tarde, Hizuki vem para agregar. A química entre os personagens, combinada com uma escrita direta e bem-humorada, garante momentos envolventes e divertidos. As cenas de ação são dinâmicas, enquanto a trilha sonora captura bem o clima cyberpunk futurista. O equilíbrio entre comédia, drama e mistério faz com que o anime seja divertido sem cair em clichês exagerados.
Com um final repleto de ganchos e um universo cheio de novas possibilidades para explorar, Maou 2099 proporciona uma experiência interessante em meio aos últimos lançamentos de animes. Se uma segunda temporada for confirmada, a expectativa é que ela eleve ainda mais as aventuras de Veltol e companhia, bem como sua popularidade como streamer e seu número de seguidores (cada vez maior).
Como foi o último tour pelos animes de 2024? Espero que tenha aproveitado a seleção que preparei para acompanhar sua viagem até aqui. Entre as minhas recomendações, Tensei Kizoku sai na frente como a maior surpresa da temporada. Com ele, Rekishi Ni Nokoru Akujo Ni Naru Zo, Yarinaoshi Reijou wa Ryuutei Heika o Kouryaku-chuu e Maou 2099 completam a lista dos maiores destaques.
Obrigada pela preferência mais uma vez, mesmo com menos rotas ativas de viagem nos últimos meses. Nos vemos no próximo voo? Até nosso reencontro! ˆˆ